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25 de Agosto de 2019

A Holanda reconhece: legalizar maconha foi erro

O texto se dispõe apenas a "noticiar", uma matéria publicada em um site, citado no final do próprio texto. O interessante, é poder debater um tema, que não perde sua atualidade, independente do tempo de existência da matéria citada. O texto não pretende nortear visão alguma, apenas trazer informações para a existência desta temática, por demais delicada.

Adeilson Oliveira, Advogado
Publicado por Adeilson Oliveira
há 4 anos

A Holanda reconhece legalizar maconha foi erro

A Holanda constatou ter sido um grande erro legalizar a maconha e a prostituição e iniciou ações de reparação dos danos. E aqui no Brasil tem gente fazendo passeata pela legalização dessa droga. A seguir, uma matéria da revista Veja (2008), escrita por Thomas Favaro, detalhando esse engano.

“A Holanda é um dos países mais liberais da Europa. Comportamentos considerados tabu em muitos países, como eutanásia, casamento gay, aborto e prostituição, são legalmente aceitos pelos holandeses.

Em Amsterdã, turistas podem comprar pequenas quantidades de maconha em bares especiais, os coffee shops, e escolher abertamente prostitutas expostas em vitrines, uma tradição da cidade. No passado, De Wallen, o bairro da Luz Vermelha, como é chamado nos guias turísticos, foi relativamente tranquilo e apinhado de curiosos.

Desde que a prostituição foi legalizada, sete anos atrás, tudo mudou. Os restaurantes elegantes e o comércio de luxo que havia nas proximidades foram substituídos por hotéis e bares baratos. A região do De Wallen afundou num tal processo de degradação e criminalidade que o governo municipal tomou a decisão de colocar um basta.

Desde o início deste ano, as licenças de alguns dos bordéis mais famosos da cidade foram revogadas. Os coffee shops já não podem vender bebidas alcoólicas nem cogumelos alucinógenos, e uma lei que tramita no Parlamento pretende proibi-los de funcionar a menos de 200 metros das escolas. Ao custo de 25 milhões de euros, o governo municipal comprou os imóveis que abrigavam dezoito prostíbulos.

Os prédios foram reformados e as vitrines agora acolhem galerias de arte, ateliês de design e lojas de artigos de luxo. A prefeitura está investindo na remodelação do bairro, para atrair turistas mais ricos e bem-comportados.

De Wallen é um centro de bordéis desde o século XVII, quando a Holanda era uma potência naval e Amsterdã importava cortesãs da França e da Bélgica. Nos últimos vinte anos, a gerência dos prostíbulos saiu das mãos de velhas cafetinas holandesas para as de obscuras figuras do Leste Europeu, envolvidas em lavagem de dinheiro e tráfico de mulheres. Boa parte dos problemas é consequência do excesso de liberalidade.

O objetivo da legalização da prostituição foi dar maior segurança às mulheres. Como efeito colateral houve a explosão no número de bordéis e o aumento na demanda por prostitutas. Elas passaram a ser trazidas – nem sempre voluntariamente – das regiões mais pobres, como a África, a América Latina e o Leste Europeu.

A tolerância em relação à maconha, iniciada nos anos 70, criou dois paradoxos. O primeiro decorre do fato de que os bares podem vender até 5 gramas de maconha por consumidor, mas o plantio e a importação da droga continuam proibidos. Ou seja, foi um incentivo ao narcotráfico.

O objetivo da descriminalização da maconha era diminuir o consumo de drogas pesadas. Supunham os holandeses que a compra aberta tornaria desnecessário recorrer ao traficante, que em geral acaba por oferecer outras drogas. Deu certo em parte. Apenas três em cada 1.000 holandeses fazem uso de drogas pesadas, menos da metade da média da Inglaterra, da Itália e da Dinamarca.

O problema é que Amsterdã, com seus coffee shops, atrai “turistas da droga” dispostos a consumir de tudo, não apenas maconha. Isso fez proliferar o narcotráfico nas ruas do bairro boêmio. O preço da cocaína, da heroína e do ecstasy na capital holandesa está entre os mais baixos da Europa.

“Hoje, a população está descontente com essas medidas liberais, pois elas criaram uma expectativa ingênua de que a legalização manteria os grupos criminosos longe dessas atividades”, disse a VEJA (2008) o criminologista holandês Dirk Korf, da Universidade de Amsterdã.

A experiência holandesa não é a única na Europa. Zurique, na Suíça, também precisou dar marcha a ré na tolerância com as drogas e a prostituição. O bairro de Langstrasse, onde as autoridades toleravam bordéis e o uso aberto de drogas, tornara-se território sob controle do crime organizado.

A prefeitura coibiu o uso público de drogas, impôs regras mais rígidas à prostituição e comprou os prédios dos prostíbulos, transformando-os em imóveis residenciais para estudantes. A reforma atraiu cinemas e bares da moda para o bairro. Em Copenhague, na Dinamarca, as autoridades fecharam o cerco ao Christiania, o bairro ocupado por uma comunidade alternativa desde 1971.

A venda de maconha era feita em feiras ao ar livre e tolerada pelos moradores e autoridades, até que, em 2003, a polícia passou a reprimir o tráfico de drogas no bairro. Em todas essas cidades, a tolerância em relação às drogas e ao crime organizado perdeu a aura de modernidade.


fonte: tercalivre

150 Comentários

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Caro, Colega. Não sei se é muito prático simplesmente pegar a matéria de um outro site e colocá-lo aqui, sem nenhuma fonte e/ou dados confiáveis que confirmem o que foi escrito. Além do mais, essa matéria foi publicada em um site que cita como fonte a matéria da Revista Veja, publicada em 2008, que, por sua vez, também não cita fonte alguma para dar base ao seu texto. A Holanda não reconheceu nada em relação ao tema. E, venhamos e convenhamos, os debates a serem realizados aqui devem ser bem mais profundos que qualquer matéria publicada por uma revista como a Veja. Sinceramente, não entendo como pessoas ainda leem isso. Morei na Europa recentemente e estive na Holanda. Tudo está como o governo holandês propôs desde o início e essa onda liberal continua progredindo em demais países europeus. Acho melhor ler algo atual relativo ao tema. Há livros, teses e dissertações sobre o assunto e debates aprofundados e confiáveis sobre isso, tanto de cunho liberal quanto de cunho conservador (que parece ser o que procura fundamentar). continuar lendo

Já bem dizia dizia Darcy Ribeiro que a crise da educação no Brasil não é uma crise, mas um projeto. continuar lendo

Corretíssima suas observações Maria Ferraz. continuar lendo

"A HOLANDA" reconheceu o erro. Só pode ser brincadeira. Pelo titulo da "matéria" sensacionalista já esperava um conteúdo raso propriamente dito.
Agora, pegar uma matéria de quase 10 anos atras da revista Veja (pois é) para usar como "argumento" em um possível debate acerca da descriminalização, não é muito sensato a se fazer, para não dizer outra coisa. continuar lendo

Maria Ferraz, você quer uma matéria mais atual e com fonte leia: http://noticias.terra.com.br/mundo/europa/holanda-obriga-coffee-shops-que-vendem-maconhaafechar,9f1ec642a03ab410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html continuar lendo

A matéria é de 2014, mas é interessante e expõe alguns motivos para o fechamento de boa parte dos coffee shops na Holanda. Leiam e tirem suas conclusões.
http://www.dutchamsterdam.nl/3734-cannabis-cafes-amsterdam-close continuar lendo

A crise de educação no Brasil se resolverá com auxílio, orientação e incentivo.
Parabéns Alan Alves El Hawat! continuar lendo

Caro Luiz Otávio Rujner Guimarães.
A matéria sobre a qual voce postou o link é bem conclusa!

The City of Amsterdam expects that by January 2016, there will remain a total of 160 coffeeshops in town — in what Mayor Van der Laan refers to as a “finely meshed, generous system of coffeeshops.”

In 1995, when Toleration Declarations were first handed out, there were 350 coffeeshops in the city.

It is generally thought that Mellow Yellow, which dates back to the early 70s, was one of the first coffeeshops in Amsterdam. The original Bulldog was the first one with a Gedoogverklaring (number 001).

Not the End of Tolerance

Many news outlets — particularly international ones, but also quite a few local publications — get this story quite wrong. (For instance, AP gave a skewed picture at best, and what has TIME reporter Maya Rhodan been smoking? Doesn’t anyone check facts anymore? Are the editors on strike?)

This is not the end of tolerance in Amsterdam.

This is not a crack-down on cannabis cafes.

The Mayor is not trying to close down all the coffeeshops.

This is not a (tacit) admission that the city’s coffeeshop approach has failed.

Ou seja, a política da venda controlada de Cannabis está dando certo e o Governo Holandês não pretende retroceder!

Espero que ninguém aqui se julgue tão 'expert' a ponto de querer contra argumentar as bases da política pública de um Pais que tem muito a ensinar ao nosso. continuar lendo

Maria, não vejo como algo negativo trazer artigos e matérias de fontes diversas para enriquecer o debate. Muito pelo contrário, a Internet tem mais esse poder libertador, de não deixar as pessoas esquecerem do que aconteceu no passado. Ademais, essa onda liberal, motivada por grupos obscuros com interesses mais obscuros ainda com certeza patrocina essa liberação buscando retornos para si, nunca para a melhoria da sociedade. Como alguém pode lutar tanto para a liberação de um produto, que comprovadamente com inúmeros estudos sérios faz mal para as pessoas? E por quê? Ela fará as pessoas viverem mais? Não. Serem mais inteligentes? Não. Mais saudáveis? Não. Vai acabar ou diminuir o tráfico de drogas? Não. O que as pessoas vão consumir se não for liberado? Milhões de coisas. continuar lendo

Vale a pena ressaltar que a Holanda está longe de ser uma das maiores consumidoras de maconha na Europa. Perdem da França, Inglaterra, Itália, Alemanha e etc. Então qual o ponto da questão? continuar lendo

Cinco minutos para que usuários e defensores da liberação das drogas comecem a criticar esta postagem e chamar o artigo de mentiroso, falso, antiquado... 4.....3.....2....

Só não sabe e não vê quem não quer. Mas não querer é um direito, não é mesmo? continuar lendo

Prezado José

Solidarizo com seu argumento.

Sempre fiz comentários nesse sentido, as consequências da liberação, o Brasil não está preparado, economicamente, socialmente para este avanço.
Abraço continuar lendo

Caro amigo José Roberto, você como sempre, acertando. Logo abaixo nos comentários, as críticas são diversas ao tema anunciado, como previu. Seria interessante, que alguns defensores da liberação das drogas, participem do debate de maneira consistente. Tecer criticas a revista Veja, fonte da notícia, taxando-a de "revista sem valor", "revista ideológica", e ao mesmo tempo, ter leitura assídua da revista Carta Capital (também vista como revista ideológica), me parece um tanto contraditório. Por fim, a notícia vem para somar no debate, tanto dos que são a favor da liberação, como dos que são contra a liberação. Se será seguida uma linha ou outra, isso depende da subjetividade de cada um. continuar lendo

Prezado, te convido a pesquisar sobre o enunciado dessa matéria que publicou aqui e verificar se há mais alguma fonte, que não sejam os sites que publicaram a mesma matéria da veja, que fala sobre esse assunto. Mais uma vez digo, a Holanda permanece em seu posicionamento inicial e de nada se arrependeu. Nada ocorreu a não ser meras reformas procedimentais frente ao Estado holandês ou algumas formalidades.
E isso se nota tanto nos bairros nobres quanto na Red Light Street, criticada nessa matéria de 2008 mas que, pelo até maio de 2015, permanece com seus prostíbulos e coffee shops devidamente regulamentados e autorizados.
Há muitos argumentos válidos caso a sua vertente seja conservadora, mas você perde a razão se não fundamentar de forma devida o que fala. E só para constar, não sou leitora da Carta Capital. continuar lendo

Caro Alan Alves, todos os argumentos que permitam o debate, são válidos, como disse antes, sejam em favor da legalização das drogas, sejam contra. Me perdoe o pouco tempo de escrita jurídica. Estou aberto a críticas e sugestões técnicas. Abraços. continuar lendo

Adeilson, passando ao largo do debate em questão, realmente é de causar apreensão o fato de pessoas se vangloriarem da própria ignorância em relação a determinado ponto de vista, por exemplo ao celebrar que não leem tal revista ou periódico porque faz parte da "mídia golpista"... continuar lendo

Adeilson, parabéns pela postagem.

Se ocorrer a liberação do uso de drogas no Brasil, presenciaremos um caos social sem precedentes.

Se na Europa a liberação transformou-se em terreno fértil para os criminosos oportunistas, imagina só o que pode ocorrer aqui no Brasil, onde existem poderes paralelos (PCC, CV, milícias, políticos e servidores públicos corruptos...etc)? E mais: será que com o nível de educação que temos as pessoas serão capazes de compreender uma inovação dessas?

É esperar pra ver. continuar lendo

Em São Paulo, para quem não é paulista, existe um grande centro de pesquisas, onde praticamente as drogas são liberadas e cada um usa como bem quer. De vez em quando uma ação do estado, só para parecer que ele se importa, nada mais. Liberdade, como muita gente quer.
Esse lugar recebeu a alcunha perversa de "cracolândia", não sei o porque, uma vez que todos ali são inteligentes, cultos, produtivos e com atitudes absolutamente cidadãs.
Existem alguns pais antiquados que insistem em tirar seus filhos de lá, mas esses pais não são entendidos nem espertos, vieram de outras épocas onde as drogas eram ainda uma "novidade". Coitados, nada entendem desses "modernismos". Ficam lá, sofrendo à toa sem perceber que seus filhos curtem finalmente, a tão sonhada liberdade e respeito.
À quem ataca usando palavras agressivas ou com desrespeito quem por uma tentativa de ajudar posta uma matéria como a acima, eu tenho um recado a dar: Não me importo absolutamente nada com críticas e não venho aqui colecionar votos, não sou candidato a nada e já tenho 65 anos vividos.
Antes de criticarem os artigos ou quem posta, imaginem que quem o faz, está simplesmente tentando ajudar e dando a cara ao tapa, mas mesmo assim, tentando ajudar.
Parabéns, Adeílson e tantos outros que abraçaram esta bandeira. Nem todas as lutas valem o sacrifício, mas esta é por nossos filhos e netos. Vai valer! continuar lendo

Prezado Adeilson

Fiz alguns estudos recentemente sobre o tema, é acredito que estou em condições para discutir sobre o assunto, a Holanda permanece em sua posição "liberal", mas recentemente foi feito algumas mudanças para coibir as ações de criminosos aproveitadores. Entendo que o modelo aplicado na Holanda não seria uma opção viável para o Brasil, talvez o modelo Norte Americano sim, mas os números são incontestáveis, existe sim benefícios na legalização, como a diminuição do consumo de drogas pesadas e arrecadação de impostos. Mas o Brasil precisa de muitos avanços antes de pensar na legalização, um desses avanços seria à aplicação de políticas de redução de danos, que já existe em vários países europeus inclusive na Holanda, outra questão é a educação, nos EUA o consumo de drogas por incrível que pareça diminuiu nos estados em que a maconha foi regulamentada, mas à diferença de educação de lá com a daqui e gritante, não tem como comparar, não tem também como saber se o mesmo aconteceria aqui, talvez a resposta à legalização aqui não fosse tão satisfatória como acontece lá, mas poderia sim, ter resultados muito positivos, porém é difícil prever. De toda forma o artigo está desatualizado é as informações já não estão mais em um contexto atual, eu particularmente sou à favor da legalização, mas não agora, não nessa realidade que estamos vivendo no país. continuar lendo

Reportagem mentirosa. Não há nenhum arrependimento do governo holandes sobre este assunto. continuar lendo

Edison Sampaio, quando não se tem conhecimento do tema, as vezes ficar calado é a melhor solução! continuar lendo

A argumentativa de arrependimento não cola. A Holanda é de longe o país da Europa que menos consome maconha. O país europeu com maior usuários de maconha é a França, seguido da Inglaterra. Ou seja, arrependeu porque legalizou e agora quer deixar o mercado paralelo, pois é mais seguro e efetivo? Simplesmente meu cérebro não processa essa argumentativa! continuar lendo

Aí vc vai ver a fonte e ...terça livre, que, vejam só, usou a VEJA como fonte. kkkkkk
Pronto, perdeu total credibilidade.

Amigos, a Holanda não volta atrás na sua política de drogas porque ela sabe que não pode vencer a "guerra contra o tráfico". Guerra essa que gera muito lucro e aqui no Brasil sabemos pra quem vai esse lucro, não é?
Com certeza não está indo para os intermediadores, aqueles presos pela "polícia".

Enfim, em uma rápida pesquisa em inglês, em sites de credibilidade, o que vc percebe é que a Holanda está mudando a estrutura e as diretrizes de sua política de drogas.

Admitem que a total legalização causa alguns transtornos para o País e agora estão adotando a política de legalização adotada em alguns estados nos Estados Unidos, baseada em mais regulamentação dos atores envolvidos, Quem vende, quem distribui, registros, essas coisas. A holanda, no começo, liberou geral, e agora está revendo, fazendo ajustes, para regulamentar o comércio, criar regras.

Podem acreditar, eles não se arrependem e não vão voltar a criminalizar e investir milhões de dólares para prender "traficantes". Eles não são tão burros e não possuem uma classe dominante que lucra com a criminalização da droga, como temos no Brasil, ou não temos???

Só para constar, sou totalmente contra o uso de drogas, todas elas, tabaco, bebidas alcoólicas, cerveja, cigarro, remédios, maconha e por aí vai, é tudo droga... Mas meu bom senso e minha racionalidade não conseguem entender o atual modelo adotado no Brasil de guerra contra o tráfico em que investimos milhões para proibir aquilo quem sempre existiu e nunca vai acabar.. Se investíssemos todo esse dinheiro em escolas e educação, conseguiríamos diminuir o consumo de drogas fazendo o mesmo que aconteceu com o cigarro, ridicularizando o consumidor, fazendo incutir em sua mente que é fraco por precisar de algo para influenciar seu sistema nervoso quando na verdade não precisa, tá só perdendo tempo.... Tipo: nossa , você fuma maconha?? mas pra quê? Qual a razão de você fumar maconha? Assim venceríamos e da melhor forma, conscientizando o consumidor que ele não precisa disso.

Segue trecho para quem consegue ler em inglês e também uma fonte segura para se obter informações de qualidade!

That’s because America seems to be learning from Holland’s mistakes. Holland’s passive-aggressive policy doesn’t stop illicit activity or drug tourism or make anyone safer, say activists: It actually has the reverse effect. Quasi-legalization leaves too many entry points for criminals to line their own pockets from the drug trade. State by state, the U.S. is legalizing pot with initiatives that clearly spell out who is allowed to manufacture, distribute and consume it. That’s the key to a successful policy, and it’s one Dutch activists are now working to implement in their own country, before things swing too far the other way.

Fonte: http://www.newsweek.com/marijuana-and-old-amsterdam-308218 continuar lendo

"Quasi-legalization leaves too many entry points for criminals to line their own pockets from the drug trade."
Esse é o ponto.
O tráfico de drogas é um meio extremamente lucrativo que alimenta as demais atividades ilícitas, vide tráfico de pessoas e de armas. Legalizar ou regulamentar o comércio de entorpecentes seria retira uma das bases dessa matriz. Sem mencionar que eu não acredito que cabe ao Estado regular questões de foro íntimo como essa. Quem não é afeito ao uso de drogas não passará a usar apenas porque são legalizadas, assim como quem gosta e opta por esse estilo de vida não deixa de usar porque são ilegais. (É claro que há uma questão profunda de saúde pública nesse meio e eu a compreendo). continuar lendo

Maria,

Você concorda com a tese de que o indivíduo que decide optar por um estilo de vida baseado em entorpecentes pode trazer para a sociedade custos para a saúde pública (a ser paga com o dinheiro dos contribuintes, obviamente), além de desperdiçar o dinheiro investido pela família para a criação desse cidadão (educação e saúde) e também, possivelmente, trazer outros gastos para esse mesma família, em caso de necessidade de recuperação, além dos custos "emocionais" ao afetar a família com tal problema? Em outras palavras, você entende que a decisão de consumir drogas é apenas do Indivíduo, visto que pode haver consequências financeiras e emocionais para a família (além da possibilidade de 'desperdício' do capital investido na vida desse indivíduo) e financeiras para o Estado? continuar lendo

Parabéns Alan.. continuar lendo

Amigo, existem muitas outras publicações que desmentem esse seu artigo, que aliás vem sem qualquer embasamento em fontes confiáveis..! continuar lendo

Caro colega, o artigo não é meu, apenas reproduzir a título de notícia. A fonte da notícia, está no final do texto.
Mas, de qualquer forma, é bem vindo a mostrar suas fontes e informações, e o porque de a notícia acima, não ter qualquer embasamento. Estamos no aguardo. Abraços. continuar lendo